Categoria: Cuidados com o carro

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Os amortecedores são o elemento principal do sistema de amortecimento de um carro. Mas há outras peças fundamentais na tarefa de prover estabilidade, segurança e conforto a um veículo.

O coxim do amortecedor é responsável pela absorção residual dos impactos do conjunto da suspensão e também sofre uma força rotacional gerada pela movimentação do volante e da transposição do peso do carro nas curvas, frenagens e aceleração.

O coxim do amortecedor é um grande dissipador de energia e é responsável também pela estabilidade e alinhamento da direção. Um coxim desgastado pode:

– Comprometer a estabilidade do veículo

– Diminuir o conforto e provocar ruídos na cabine

– Alterar a cambagem e aumentar o desgaste dos pneus

– Aumentar o consumo de combustível devido ao esforço excessivo do motor causado pelo item anterior.

Escolha sempre um coxim de alta qualidade e veja-o como uma peça fundamental do sistema de amortecimento do seu veiculo. Invista em segurança, estabilidade e qualidade.

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1. Respeite os prazos de manutenção

Todos os componentes do carro têm uma vida útil limitada.

Quanto ao sistema de freios, vale ficar ligado no manual do proprietário, pois é lá que está a informação com o prazo exigido para a troca do fluido de óleo e das pastilhas, por exemplo.

2. Não freie com o motor desligado

Seja por uma falsa sensação de economia ou qualquer outra razão, desligar o motor é um comportamento inseguro e que traz prejuízos ao sistema de freios.

Com o motor inoperante, o pedal fica pesado porque a câmara de vácuo não funciona.

3. Tente não frear em curvas

A frenagem nas curvas é arriscada porque pode afetar a estabilidade e controle do veículo, especialmente se a pista estiver molhada.

Procure se antecipar à curva, ficando atento à sinalização de trânsito que indica a sua proximidade.

4. Use o freio motor

Principalmente em declives, a utilização excessiva do freio pode provocar o superaquecimento do sistema e danificar alguns componentes.

É uma das principais causas do empenamento de discos de freio, por exemplo.

O ideal nesses casos é seguir com o veículo engrenado (marcha engatada). Além de poupar os freios, ainda ajuda a economizar combustível.

5. Verifique o fluido de freio

Não dá para negligenciar os cuidados com o fluido de freio.

Além de escolher o produto específico de acordo com o manual do proprietário do veículo, é importante saber quando fazer a troca e, antes disso, monitorar se há degradação ou contaminação.

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O câmbio automatizado perde espaço para o conversor de torque no Brasil. Porém, ainda custa menos apesar de exigir mais idas à oficina

Os câmbios automatizados em modelos compactos rumam no mesmo caminho da extinção que as peruas e minivans. Opção mais barata que o automático convencional, as caixas robotizadas caem em desuso nos segmentos de entrada.

Defeitos e problemas de adaptação por parte dos motoristas estão entre as causas. O apelo do custo, porém, ainda é forte na questão do pós-venda. Só que as visitas ao mecânico são bem mais frequentes do que se deseja.

Em carros abaixo dos R$ 60.000, só a Fiat mantém o GSR, ex-Dualogic.

A GM foi a primeira a trocar o Easytronic por um automático com conversor de torque, de seis marchas, mesma estratégia adotada pela VW com o Gol e Voyage 2019, que deram adeus ao I-Motion.

Na Ford, o PowerShift, de dupla embreagem, também sumiu junto do Fiesta, e o Easy’R, da Renault, durou bem pouco no mercado.

Segundo mecânicos independentes, os constantes problemas nesses câmbios automatizados são uma das razões para a descontinuidade do equipamento em prol das caixas convencionais.

“Já tive de consertar Dualogic com 13.000 km, Easytronic com 20.000 km. A manutenção não é tão barata e 90% deles têm problemas na embreagem”, alerta Edson de Carvalho, dono da Rio Auto Center, na zona central carioca.

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Quando o assunto é óleo, a preocupação é certa. Afinal, além de ser o responsável pela lubrificação, o óleo atua na prevenção do desgaste, da oxidação e da corrosão das peças do motor.

Mas, se por ventura houver algum deslize e a lubrificação for realizada incorretamente, isto poderá ocasionar a redução da performance do automóvel, o aumento no consumo de combustível e até mesmo a fundição do motor.

Bastante coisa, não é? E, além de termos que tomar cuidado com tudo isso, há outros tantos fatores, como: qual devemos usar, sua consistência, especificações, a forma que a troca deve ser feita, por aí vai…

Por isso, fizemos um especial sobre este tema para sanar todas as dúvidas. Nele, falamos um pouco sobre: