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O câmbio automatizado perde espaço para o conversor de torque no Brasil. Porém, ainda custa menos apesar de exigir mais idas à oficina

Os câmbios automatizados em modelos compactos rumam no mesmo caminho da extinção que as peruas e minivans. Opção mais barata que o automático convencional, as caixas robotizadas caem em desuso nos segmentos de entrada.

Defeitos e problemas de adaptação por parte dos motoristas estão entre as causas. O apelo do custo, porém, ainda é forte na questão do pós-venda. Só que as visitas ao mecânico são bem mais frequentes do que se deseja.

Em carros abaixo dos R$ 60.000, só a Fiat mantém o GSR, ex-Dualogic.

A GM foi a primeira a trocar o Easytronic por um automático com conversor de torque, de seis marchas, mesma estratégia adotada pela VW com o Gol e Voyage 2019, que deram adeus ao I-Motion.

Na Ford, o PowerShift, de dupla embreagem, também sumiu junto do Fiesta, e o Easy’R, da Renault, durou bem pouco no mercado.

Segundo mecânicos independentes, os constantes problemas nesses câmbios automatizados são uma das razões para a descontinuidade do equipamento em prol das caixas convencionais.

“Já tive de consertar Dualogic com 13.000 km, Easytronic com 20.000 km. A manutenção não é tão barata e 90% deles têm problemas na embreagem”, alerta Edson de Carvalho, dono da Rio Auto Center, na zona central carioca.

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Quando o assunto é óleo, a preocupação é certa. Afinal, além de ser o responsável pela lubrificação, o óleo atua na prevenção do desgaste, da oxidação e da corrosão das peças do motor.

Mas, se por ventura houver algum deslize e a lubrificação for realizada incorretamente, isto poderá ocasionar a redução da performance do automóvel, o aumento no consumo de combustível e até mesmo a fundição do motor.

Bastante coisa, não é? E, além de termos que tomar cuidado com tudo isso, há outros tantos fatores, como: qual devemos usar, sua consistência, especificações, a forma que a troca deve ser feita, por aí vai…

Por isso, fizemos um especial sobre este tema para sanar todas as dúvidas. Nele, falamos um pouco sobre: